Considerações sobre “Que horas ela volta?”, de Anna Muylaert

Considerações sobre “Que horas ela volta?”, filme de Anna Muylaert (*)

Sérgio Telles

“Que horas ela volta”, filme de Anna Muylaert possibilita várias leituras.
A primeira e mais evidente é a político-social. O enredo gira em torno de uma família de classe média alta, constituída pelo casal parental (José Carlos e Bárbara) e um filho único (Fabinho), com a qual mora há muitos anos, Val, uma empregada doméstica. O equilíbrio da família é rompido com a chegada de Jéssica, a filha de Val, que passa a agir na casa dos patrões da mãe não como um subalterno e sim como um hóspede, o que põe a nu as tensões entre as classes sociais até então encobertas. A conduta de Jéssica provoca a conscientização de Val, ajudando-a a se discriminar da família dos patrões e recuperar sua identidade. Com isso, ela se demite do emprego e monta sua própria casa num bairro popular, onde se instala com a filha e se dispõe a receber o neto, cuja existência desconhecia.
Entretanto, não seria acurado reduzir a trama de “Que horas ela volta” a uma denúncia da exploração dos poderosos sobre os desvalidos, a uma faceta da luta de classes. Muylaert pinta um quadro com maiores nuances a serem examinadas.
Muylaert aborda um tipo especifico de relacionamento humano, o que se instala entre o poderoso e aquele que o serve. Esses relacionamentos adquiriram modalidades próprias em função dos diversos regimes socioeconômicos vigentes no correr da história, indo desde as formas de escravidão na antiguidade, às servidões prestadas aos senhores feudais na Idade Média, a criadagem da nobreza, até os empregos remunerados mais recentes, próprios da Revolução Industrial e do capitalismo.
A complexidade desse vínculo, que transcende a dimensão econômica, foi antevista por Etienne de la Boétie ao falar da servidão voluntária e Hegel, ao tecer considerações sobre a dupla senhor e escravo, evidenciando a mútua dependência entre os dois.
De La Boetie e Hegel descrevem aspectos de um todo que será amplamente desenvolvido por Freud ao estabelecer sua compreensão do psiquismo humano a partir da descoberta do inconsciente. Freud nos adverte que as relações do homem com seu semelhante são determinadas pelos afetos de amor e ódio, manifestações das pulsões básicas de Eros e Tânatos, que fazem com que nelas prevaleçam a atitude de colaboração ou de exploração. Em conhecida passagem de “O Mal Estar na cultura”, diz ele que o homem é o lobo do homem e que, podendo, ele usará o outro para explorá-lo, ter prazer e até mesmo matá-lo. No que diz respeito à servidão voluntária ou à dupla mestre e escravo, Freud propõe um modelo mais abrangente a partir da conceptualização do par sadismo-masoquismo, subjacente aos jogos de poder e erotismo com fundas raízes em desejos inconscientes, presente em todas as relações humanas. Por sua vez, Lacan apoiou-se na dupla hegeliana senhor-escravo para fazer importantes desdobramentos de sua teoria.
Em nossa cultura, o vínculo entre patrão e empregado teve um modelo importante nas relações patriarcais dos senhores de engenho com os escravos, motivo pelo qual alguns resenhadores julgaram ver no filme uma releitura de “Casa Grande e Senzala”, o clássico de Gilberto Freire.
Seguindo esse parâmetro, ao examinarmos a relação entre José Carlos e Val, vemos como ela se afasta da visão estereotipada do patrão patriarcal e da empregada submetida. De imediato, fica patente a debilidade e a fragilidade de José Carlos. Apesar de ser o dono do dinheiro, como diz explicitamente, não exerce o poder e o delega à mulher, Bárbara, que passa a ser a detentora do falo, enquanto ele se deixa reduzir a um papel de “doente”. Não trabalha, dorme até tarde, toma medicação antidepressiva que lhe é ministrada por Val, que o trata como um ser indefeso. José Carlos encarna um patriarca esvaziado e impotente, incapaz de manter o ideário machista do qual deveria ser o maior representante. Essa caracterização do patriarca no filme evidencia o declínio da figura paterna nos dias de hoje, com o subsequente empoderamento da mulher e do poder materno .
Se por um lado o patriarca abandona seu lugar recolhendo-se a uma posição dependente e infantil, ele não entrega de fato o poder à mulher. Como diz José Carlos, “aqui todos dançam como querem, mas quem toca a música sou eu”. Assim, Bárbara (atente-se para a ambiguidade do nome), com toda sua onipotência e arrogância fálicas, não detém efetivamente o poder.
Na família, quem exerce a função materna é Val. É ela quem cuida da casa e das “crianças” – o patrão e o filho adolescente. Val tem uma proximidade com José Carlos e Fabinho que Bárbara não tem. Sub-repticiamente ela desafia as ordens da patroa, como no caso da maconha, ao se aliar com Fabinho. Val é a “mãe”, a dona da casa, aspecto bem captado no título que o filme recebeu para as plateias anglófonas – “The Second Mother”.
Val está num lugar instável, oscilando entre a subserviência enquanto empregada subjugada e desprezada e o gozo do poder derivado de exercício da função materna. É verdade que os patrões permitem que Val ocupe tal lugar quando isso lhes convém. Na intimidade, ela “é da família” e assim preenche o vácuo afetivo deixado por Barbara, que se dedica a uma vida profissional de sucesso, como mostram a entrevista de televisão e a presença de secretárias. Também com isso, de certa forma, os patrões amenizam a culpa inconsciente que sentem por explorarem-na e despojarem-na – embora que não diretamente – de sua própria vida familiar deixada no Nordeste. A inconsistência do lugar ocupado por Val se revela na facilidade com que ela pode ser rebaixada e devolvida à efetiva condição de serviçal, como se vê na festa de aniversário de Bárbara ou com a chegada da filha.
Do ponto de vista da própria Val, esse arranjo é ainda mais complicado. Por certo, fatores econômicos sociais de grande magnitude provocaram sua migração, forçando-a a deixar o Nordeste e vir para o Sul, com tudo que a migração implica de perdas, cujo luto precisa realizar. É um grande trauma, que provoca uma profunda crise de identidade, acompanhada de poderosos mecanismos de defesa necessários à sobrevivência, como a negação da própria realidade interna. Val reprime ou nega a perda da família original e assume como sua a nova família de patrões, nela ocupando os espaços que se lhe apresentam.
Para ela, ser empregada doméstica não é apenas um trabalho como outro qualquer. Vulnerável e carente, Val não busca apenas o salário. Quer ter uma família, anseia pela proteção de figuras paternas fortes e estáveis que talvez nunca tenha tido. Vemos que em nenhum momento Val menciona sua família de origem, sua mãe ou seu pai, lembra apenas da filha e da irmã. Esse “esquecimento” da família de origem, que possibilita a assimilação à família do patrão, poderia ser entendido como decorrente de traumáticas experiências com os pais na infância. Enquanto criança, não poderia entender que fatores socioeconômicos condicionavam duramente a vida dos pais, impondo-lhes a pobreza e miséria. Vivenciaria tais limitações econômicas como descuido ou abandono por parte deles. Em última instância, a própria migração que fora obrigada a fazer em função da realidade socioeconômica adversa, internamente seria vivenciada como a derradeira consequência dos descuidos dos pais, “incapazes” de suprir as necessidades básicas da família.
Val mostraria os efeitos danosos da miséria na constituição do sujeito, na medida em que ela impede que os pais exerçam de forma adequada as funções materna e paterna, fato que a criança, incapaz de ver os fatores da realidade que condicionam tais limitações nos pais, a eles atribui a responsabilidade pelas carências vividas, o que provoca uma maior ambivalência na relação com eles. Isso, por sua vez, facilitaria os movimentos de cisão interna, levando ao estabelecimento de uma identidade frágil sujeita a crises e à formação de falso self, numa alienação de sua realidade psíquica.
Nesse sentido, que Val tenha se transformado na “mãe” da família é significativo. É como se a divisão primária entre seio bom e seio mau proposta por Melanie Klein não tivesse tido uma subsequente integração adequada, fazendo com que ela mesma mantivesse uma dupla identificação com esses aspectos da mãe. Por um lado, Val assume o papel de mãe boa, idealizada, carinhosa e cuidadosa com todos, projetando nos demais sua própria necessidade de cuidados; por outro, enquanto mãe má, abandona a filha, ainda que não inteiramente, pois custeia suas despesas. A coexistência dessas identificações se complica com o fato de que sua posição de “mãe” de família se alterna com a condição submissa e impotente enquanto empregada doméstica, inconscientemente equiparada à posição infantil necessitada de cuidados e proteção por parte de pais fortes, os patrões.
Esse arcabouço imaginário desmorona com a chegada da filha Jéssica. O tom condescendente da patroa em relação à Jessica desaparece ao se dar conta de que ela não migrou para São Paulo visando ocupar subempregos e sim para prestar vestibular, concorrendo com Fabinho por uma vaga na mesma faculdade. O clima azeda de vez com a conduta desabusada da jovem, que definitivamente “não conhece seu lugar”, conseguindo – pelo menos temporariamente – ser tratada como hóspede. As coisas ficam intoleráveis quando ela é aprovada e Fabinho não. É uma reviravolta completa na concepção de mundo de Bárbara.
A chegada de Jéssica traz também uma ameaçadora onda de sexualidade para o interior da família, logo percebida por Bárbara, incomodada com as atenções que a moça desperta no marido e no filho. Com a desculpa de que um rato havia caído na piscina, Bárbara manda esvaziá-la logo depois de ver Jéssica, rompendo mais uma vez os códigos de conduta e de delimitações de espaço que regiam as relações entre patrões e empregados, nela brincando com Fabinho e um amigo. “Rato na piscina” é uma imagem forte que mostra o preconceito e a discriminação de classe, a proximidade vista como “contaminação“ que deve ser imediatamente combatida. Bárbara termina por explicitamente dizer que Jessica não deve passar “da porta da cozinha”.
O relacionamento de José Carlos com Jéssica é mais tocante e ambíguo. Debilitado e enfermiço, ele, que parece não ter vida sexual ativa com Bárbara, começa fazendo galanteios para Jéssica e termina por declarar-se abertamente, pedindo-a em casamento. Está aí uma das cenas mais complexas do filme, na qual atores e direção se superam. A declaração de José Carlos, seu pedido para fugir com Jéssica e refazer com ela toda sua vida é apenas uma reles cantada ou ele está expressando uma louca verdade do fundo de seu ser, algo que revela sua desorganização psíquica, sua confusão existencial? Perplexa, Jéssica ri sem saber o que dizer e José Carlos, vendo o impacto que provocara nela, cai em si e recua, dizendo ser tudo uma brincadeira. Nesse momento, seu comportamento ilustra mais uma vez como está ele distante da rapacidade predatória dos efetivos patrões patriarcais, os antigos donos de engenho, que não teriam o menor escrúpulo em estuprar qualquer serviçal, se assim lhes aprouvesse.
A tibieza de José Carlos se evidencia também em sua relação com o filho, como se vê no episódio da maconha. É Bárbara, a mãe, quem representa a lei. Da mesma forma, José Carlos se omite quando Fabinho fracassa no vestibular, não interfere na atitude superprotetora da mãe, que o manda para a Austrália, ajudando-o a negar a situação. Com isso, Bárbara tenta poupar o filho das frustrações e da castração simbólica necessárias ao crescimento.
As tensões trazidas por Jéssica provocam uma mudança radical em Val, fazendo-a tomar consciência da alienação em que vivia e reencontrar sua identidade perdida. Val passa a viver a própria vida e não a da família postiça. Deixa de morar com os patrões e aluga uma pequena casa para si e para a filha. É significativo que somente nessa casa as duas consigam acertar suas contas, colocar em pratos limpos velhas questões. Jéssica cobra de Val o fato de tê-la abandonado no interior de Pernambuco para ser cuidada por parentes e ter passado dez anos sem ir visitá-la. Por esse motivo se recusava a falar com a mãe quando ela telefonava, pois se sentia abandonada. Val diz não saber porque agia assim.
Fica claro que ela ficara todos esses anos sem ver não apenas a filha, mas toda sua família, não por uma impossibilidade material, financeira, e sim por problemas outros, de ordem afetiva, inconsciente. Aí se insinuam conflitos pessoais não aprofundados no filme, sobre os quais levantamos algumas hipóteses acima, ao falar das possíveis carências e abandonos infantis que Val reprimia e negava.
Jéssica acusa Val de ter criado uma falsa imagem– chegava com presentes, parecia rica, prometia voltar e nunca voltava. Nessa conversa também se definem aspectos interessantes ligados à questão da identidade. Jéssica, tal como a mãe, migra para o Sul. Mas, ao invés de querer se empregar como doméstica, passa no vestibular. E também não pretende abandonar o filho, como a mãe o fizera, quer trazê-lo consigo. São aspectos que mostram que Jéssica rompe a identificação com a mãe e traça caminhos próprios, diferentes dos que a mãe tomara. Val, por sua vez, muda também sua trajetória, acompanhando a transformação trazida pela filha e se dispondo a cuidar do neto.
Um aspecto do roteiro chama a atenção – a atitude de Jéssica na casa dos patrões. Como entender seu “atrevimento”, sua “inadequação”, seu “não conhecer seu lugar”? Ela sabia que a mãe era empregada doméstica, condição cujas características não podia desconhecer, pois seriam idênticas em seu lugar de origem. Seria uma provocação deliberada, uma forma de comprometer a mãe e forçá-la a defender a filha? Seria uma maneira de romper com a acomodação da mãe em sua posição de subserviência e exploração?
Do ponto de vista da realidade sociopolítica brasileira, o filme retrata uma mudança no trato das empregadas domésticas, sintomaticamente chamadas há pouco tempo de “animais em extinção” por Delfim Neto.
A ida de Fabinho para Austrália e a saída de Val deixam o casal sozinho. Apesar de manter outros serviçais, como o jardineiro, motorista e faxineira, o casal parece entregue a si mesmo e José Carlos se mostra mais doente que nunca. É como se o casal agora estivesse face a face, sem intermediários, o que exigirá uma nova dinâmica. Ao receber o pedido de demissão de Val, Bárbara pergunta se é por dinheiro e lhe oferece um aumento. Ao fazer tal proposta, mostra como não quer ou não pode se aperceber das profundas mudanças que ocorreram em sua casa, atingindo a todos.
Vemos então que o filme mostra aspectos da estruturação familiar – um pai que entrega o falo para a mulher e se recolhe numa atitude infantil para ser cuidado e abandona o filho aos cuidados das mulheres, furtando-se ao exercício da função paterna. O arranjo se estabiliza com o concurso de Val, que “sendo” e “não sendo” da família, exerce a função materna às custas de uma completa alienação de sua própria identidade. A chegada da filha, rompe com o estabelecido e força mudanças.
A posição de Val aborda questões da migração, perda de identidade, organização de falso self adaptativo, num equilíbrio que se rompe com a chegada da filha, que não se conforma em repetir o script da mãe e consegue traçar novos rumos.
Há ainda uma importante questão presente no próprio titulo do filme. “Que horas ela volta” é uma frase que aparece duas vezes no enredo. A primeira, no inicio, quando Fabinho, ainda criança e demonstrando sentir a falta de sua mãe que está trabalhando, pergunta “que horas ela volta”. A segunda, no final do filme, durante a conversa decisiva entre mãe e filha, quando Jéssica se queixa de Val e diz que quando ela voltava para o Sul das visitas que fazia no Nordeste, ficava perguntando “que horas elas ela volta”.
Assim, sem ignorar ou minimizar a importância das questões socioeconômicas, podemos dizer que “A que horas ela volta” aborda a perda do objeto original, da mãe, da Coisa, o que lhe confere uma dimensão universal. Essa falta constitutiva estrutural nos forma como sujeitos e estamos todos irremediavelmente submetidos a ela, não importa se miseráveis ou milionários. O filho da rica e a filha da pobre igualmente se angustiam e perguntam “que hora ela volta”, denunciando a ausência da mãe, a falta que nos aflige a todos. O “abandono” dos filhos é algo estrutural, impossível de contornar, necessário para que o sujeito se constitua como tal.
Muylaert escolheu a piscina com um símbolo, em torno do que vários episódios importantes da trama se desenvolvem. Além de representar poder e riqueza, algo inacessível aos desfavorecidos, dando seguimento à interpretação anterior podemos pensar que psicanaliticamente a piscina simboliza o útero materno, objeto inalcançável de eterna nostalgia para todos, mas que os pobres equivocadamente imaginam ter sido obtido pelos ricos.
“Que horas ela volta” se aproxima dos problemas feministas e de gênero, questionando o machismo e o patriarcalismo. O filme mostra mulheres fortes e homens fracos, impotentes, castrados – o pai infantilizado, o filho-falo da mãe. É um filme de mulheres que não precisam dos homens a não ser para procriar. Jéssica não se interessa pelo pai do filho, nunca mencionado. O mesmo ocorre com Val, que se livra do “encosto” do marido e Bárbara parece desprezar José Carlos.
Há dois outros filmes que abordam uma problemática semelhante a “Que horas ela vem”. Um é o americano “Histórias cruzadas” (“The Help”) de Kathryn Stockett, que fala de empregadas domésticas negras no Mississipi nos anos 50. O outro é “Casa Grande” de Fellipe Barbosa, no qual a relação entre empregados domésticos e patrões reflete as diferenças de classe vigentes em nossa realidade, mostrando ainda, tal como em “Que horas ela volta”, os empregados como os verdadeiros pais afetivos dos filhos dos ricos. Como entender a reiterada colocação desses dois filmes? Refletiria uma realidade social ou seria uma forma de a classe dominante, da qual os criadores dessas obras fazem parte, aplacar o sentimento de culpa frente às condições oferecidas a seus serviçais, alçando-os à posição de pais amorosos? Mas, ao assim tentar reparar uma injustiça, não estariam cometendo outra, agora contra os pais verdadeiros, a quem não reconhecem os cuidados e desvelos, atribuindo-os exclusivamente às empregadas?
O papel afetivo das empregadas e empregados domésticos não pode ser diminuído. Na medida em que os anseios amorosos infantis e a conflitiva erótica incestuosa edipiana reativada na adolescência tenham dificuldades de se resolver com os objetos originais – pai e mãe –, os outros adultos da casa, os empregados domésticos, oferecem uma alternativa possível. As relações carinhosas de Val com Fabinho possuem um tom erótico incestuoso, como quando ele, já rapaz, vai dormir na cama dela, remendo ao conhecido fato de que as iniciações sexuais dos homens da classe média muitas vezes se davam com as empregadas domésticas, que prestavam também esse tipo de serviço aos patrões.
Referências
http://www.miniweb.com.br/biblioteca/Artigos/servidao_voluntaria.pdf
Mateus Pichonelli, Carta Capital, http://www.cartacapital.com.br/sociedade/o-retrato-incompleto-de-que-horas-ela-volta-6859.html
Francesca Angiolillo, Folha de São Paulo
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2015/09/1683170-a-indulgencia-do-filme-que-horas-ela-volta-de-anna-muylaert.shtml
Pedro Butcher, Folha de São Paulo
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2015/02/1592348-ponto-critico—cinema—o-afeto-perverso.shtml
Daniela Lima – Blog da Boitempo
O futuro redescoberto: um olhar feminista sobre “Que horas ela volta?”

(*) Trabalho apresentado no 7º. Congresso da AIPCF – Associação Internacional de Psicanálise de Casal e Familia, São Paulo, agosto de 2016

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